Piso Salarial de Engenheiros · Engenharia

Engenheira ou engenheiro: seu salário respeita o piso legal?

A Lei 4.950-A/66 garante piso salarial vinculado ao salário mínimo para engenheiros, arquitetos e agrônomos: 6 salários mínimos para jornada de 6 horas, 8,5 para 8 horas. Muita empresa ignora.

Lei 4.950-A/1966 Súmula vinculante 4 do STF Jurisprudência do TST
Entenda

Como funciona na prática

Profissionais de engenharia, arquitetura e agronomia contratados para funções técnicas têm piso legal: 6 salários mínimos para 6 horas diárias e, na prática consolidada, 8,5 salários mínimos para jornada de 8 horas.

Empresas frequentemente registram salários bem abaixo do piso ou contratam com nomenclaturas genéricas ('analista', 'projetista') para mascarar a função de engenharia. A diferença salarial pode ser cobrada com todos os reflexos, respeitada a prescrição de 5 anos.

Você pode ter diferenças se
  • Salário-base abaixo de 8,5 salários mínimos na jornada de 8h
  • Registro como 'analista' exercendo função de engenharia
  • ART/RRT emitidas nas suas atividades sem o piso correspondente
  • Piso 'atingido' somando bônus e verbas variáveis
  • Horas extras calculadas sobre base menor que o piso
Base legal

O que diz a lei

Lei 4.950-A/1966

Fixa o salário mínimo profissional dos diplomados em engenharia, química, arquitetura, agronomia e veterinária, vinculado ao salário mínimo e à jornada.

Jurisprudência do TST

Aplica o piso proporcional de 8,5 salários mínimos para a jornada de 8 horas e reconhece a função real sobre o rótulo do cargo.

Súmula vinculante 4 do STF

Discussões sobre a vinculação ao salário mínimo têm contornos próprios; a jurisprudência trabalhista preserva o piso da categoria nas relações privadas.

O que pode ser cobrado

O que está em jogo no seu caso

Cada história tem contornos próprios. Na primeira conversa, avalio com franqueza o que se aplica à sua situação, os caminhos possíveis e os próximos passos, sempre com sigilo.

Quero orientação sobre meu caso
O que pode ser cobradoDra. Débora
  • Diferenças salariais até o piso

    dos últimos 5 anos

  • Reflexos em férias, 13º, FGTS e horas extras
  • Reenquadramento da função real
  • Recolhimentos previdenciários corretos
Passo a passo

Como conduzo o seu caso

01

Prova da função

Diploma, CREA/CAU, ARTs e as atividades reais que você executa.

02

Cálculo do piso

Diferenças mês a mês com reflexos.

03

Estratégia

Cobrança durante ou após o contrato, conforme seu momento.

04

Ação completa

Da petição ao recebimento.